Conhecimento e Inovação

Compartilharemos aqui práticas, técnicas, conceitos e experiências acerca da Gestão do Conhecimento e Inovação gerando Valor às organizações.
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domingo, 14 de novembro de 2010

Dicas para Gestão do Conhecimento

Olá!

O conhecimento é um ativo muito importante e relevante para o sucesso das organizações. Aquelas que já perceberam esta vantagem competitiva, colocam esforços e gerenciamento focado em trazer resultados e sustentabilidade às estratégias organizacionais.
Decidi citar neste post, algumas dicas para que você possa iniciar um processo rápido e de simples implementação, a fim de organizar e obter ganhos a partir do uso do conhecimento em seu trabalho:

Criação de Conhecimento:
A produção do conhecimento tem na criatividade sua força propulsora e é papel da liderança estimular com que as pessoas possam errar, tentar, experimentar e descobrir formas diferentes de realizar as mesmas atividades. As pessoas precisam sentir que podem aprender e que devem contribuir para o sucesso da organização através de seu aprendizado.

Organização do Conhecimento
O conhecimento precisa estar, de alguma forma, organizado para que facilmente possa ser acessado e utilizado. Técnicas de taxonomia ajudam a indexar e ordenar o conhecimento na forma de tópicos e níveis. Fichários, procedimentos indexados, e possuir um sistema de fácil identificação são elementos fundamentais para conseguir esta organização.

Compartilhar o Conhecimento
Como ação, o que temos visto é que tem maior sucesso quando o líder dá o exemplo. Se a liderança sempre reune sua equipe para compartilhar algo que sabe, aprendeu, ou mesmo que deseja informar-lhes, já está dando uma enorme contribuição, pois as pessoas aos poucos entenderão o recado: "ensine o que você sabe!". Quem compartilha com os outros o que sabe, ganha notoriedade, vira referência naquele assunto, passa a ser visto como alguém de fácil relacionamento e que se importa com o trabalho coletivo. Bons adjetivos para uma promoção, certo?

Retenção do Conhecimento
Ações simples e altamente importantes podem ser realizadas por todas as equipes para retenção do conhecimento, como: escrever ou filmar como foram resolvidos determinados problemas, documentar processos, anotar dicas e passos de boas práticas para que outros possam repetí-las no futuro.

Proteção do Conhecimento
A melhor maneira de se proteger o conhecimento é publicá-lo. É muito importante saber diferenciar segurança da informação e proteção do conhecimento. Na segurança da informação esta deve ser classificada em níveis e, a organização deve possuir um processo que oriente a disseminação conforme sua classificação. Já ao conhecimento, devemos ter em mente que este é fundamental para a execução das atividades. Para ganhar vantagem competitiva com o conhecimento descoberto é preciso publicá-lo. A posse da autoria, coloca o autor em uma posição muito confortável, pois possibilita a dianteira tecnológica, a notoriedade científica e no mercado, além do fato de poder receber os royalties do uso deste conhecimento por terceiros, no caso de registrá-lo e reconhecer sua propriedade intelectual.

Uso do Conhecimento
Estimulando a troca de saberes, aplicação de inovações em projetos multidisciplinares, promovendo a melhoria contínua e trazendo ganhos financeiros ou não para as organizações, o líder pode promover o uso consciente e organizado do conhecimento instalado. Reconhecendo o sucesso de boas práticas ou sinalizando os alertas críticos, equipes aumentam a força e a intensidade do uso dos conhecimentos alimentando que este ciclo continue a trazer valor à organização.

Estas práticas simples, podem ajudar-lhes a promover a importância do conhecimento como um ativo valioso de sua equipe, empresa ou mesmo sua carreira.

Até o próximo post!

Abraços

terça-feira, 22 de junho de 2010

Conte-nos como você resolveu este problema...

Olá!

Quantas sensações estão presentes no título deste post?

Se pararmos para analisar um instante, muitos fatores podem influenciar o desfecho desta solicitação aparentemente corriqueira e simples. Depende muito de variáveis "invisíveis" como: o contexto, a cultura organizacional, o nível de responsabilidade da pessoa para com a organização, o estilo de liderança que predomina no ambiente onde ela convive, suas ambições, suas ansiedades... Chamo aqui de variáveis invisíveis por não estarem declaradas nos murais, nos procedimentos, nos documentos, mas com certeza são muito mais fortes que estes ritos corporativos.
Vejamos cada um destes fatores:
- O contexto: este é o cenário atual da vida organizacional. No contexto reside um conjunto de ingredientes conjunturais que compõem como está o clima e o ambiente da empresa ou no grupo onde ela atua. É importante saber ler o contexto, pois ele pode estimular ou não que a pessoa queira compartilhar a solução do problema, ou no mínimo, estimular para que a pessoa conte, somente o necessário, ocultando fontes e ricos detalhes.
- A Cultura: o modus operandi da organização. A cultura organizacional pode estimular ou vetar a troca de conhecimentos. Em organizações com modelos de cultura mercenários, a troca só acontece de o autor receber algo em troca, ou seja, não é genuína. Saber a entender o modelo cultural pode apoiar as decisões de gestão do conhecimento a fortalecer ambientes colaborativos.
- Nível de Responsabilização da pessoa: este tópico refere-se ao quanto a pessoa realmente se sente comprometida com as suas entregas e o quanto ela compreende que faz diferença na organização. Quanto maior for este índice, mais ela sente responsabilidade por trazer resultados superiores.
- Estilo de liderança predominante: este tem se mostrado o tópico mais marcante. O estilo que seu líder possui marca a vontade de compartilhar. Se ele vê seu lider sempre compartilhando plenamente o que sabe, se percebe o exemplo a ser seguido, provavelmente seguirá. Investir em um modelo de liderança voltado ao desprendimento e ao foco coletivo é fundamental ao sucesso de estratégias de gestão do conhecimento.
- Ambições pessoais: as metas de crescimento do indivíduo, seus sonhos, aspirações. Compartilhar conhecimentos traz notoriedade, visibilidade e faz da pessoa uma referência de saber no grupo. Isso é um tipo de recompensa social. Saber utilizar esta caracteristica como vantagem, pode auxiliar o gestor do conhecimento a ter maior envolvimento das pessoas.
- Ansiedades: os medos, os sentimentos ocultos; estes podem agir como torneiras de controle de vazão do conhecimento. Quanto mais negativo o ambiente mais o individuo se apega ao que sabe e menos compartilha, pois passa a usar o seu conhecimento como poder, como forma de proteção individual.

Estes fatores, aqui chamo de cortina invisível. Esta cortina, que o gestor do conhecimento precisa aprender a abrir. Saber coordenar estas variáveis em foco aos resultados esperados com a gestão do conhecimento e fomentar a inovação e geração de valor à organização.

Abraços.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Priorização

Olá

Como já tratado nos posts anteriores, não se faz a gestão de todo o conhecimento existente na organização. Este é um intangível e que, na maioria das vezes, está somente na cabeça das pessoas. Só este fato, já justifica a existência de uma área dedicada ao conhecimento. Pois enquanto a corporação permitir que fique somente com as pessoas, ela passa a ficar vulnerável e com menores possibilidades competitivas sustentáveis.
Ao identificarmos quais os conhecimentos existentes e que, passam a ser diferenciadores estratégicos para o negócio, realizarmos a etapa de taxonomia, podemos passar à etapa de priorização.
Priorização passa a ser um elemento fundamental para a existência de estratégias de gestão do conhecimento eficientes.
Trata-se visualizar a lista de conhecimentos identificados e devidamente classificados e, em seguida, passar por um crivo de validação. Esta validação deve estar pautada na estratégia de longo prazo da organização. O planejamento estratégico pode nortear e esclarecer algumas dúvidas quanto a critérios de priorização, do tipo: quais elementos nos trazem maior vantagem competitiva para o futuro? Quais conhecimentos precisamos preservar aqui na empresa, pois são parte das nossas core competences? Quais saberes são nossos diferenciadores e, portanto, precisamos fortalece-los no mercado, seja atraindo novos colaboradores, desenvolvendo internamente ou incrementando o que já temos internamente?
Priorizando, o gerente do conhecimento pode ter maior foco de trabalho, consegue estabelecer um modelo de governança que realmente possibilite uma administração e construção de vantagem competitiva a partir dos conhecimentos priorizados, pois, estes é que trazem resultados à estratégia da corporação.
Portanto, a etapa da priorização nada mais é do que saber fazer as escolhas certas. Decidir por quais conhecimentos precisamos gerir e extrair vantagem para a organização. Saber fazer as perguntas certas, a fim de demonstrar valor adicionado ao negócio à partir da gestão do conhecimento.

Abraços

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Taxonomia

Olá!

O que é taxonomia?


Segundo o Wikipedia, é uma forma de classificação de informações. Em gestão do conhecimento, podemos definir como uma técnica ou ciência de organizar os conhecimentos. Os modelos taxonômicos apoiam a busca e a identificação rápida de conhecimentos.
Para uma eficaz gestão de conhecimentos é preciso realizar uma varredura pelas definições, saberes corporativos, processos, técnicas, métodos e informações relevantes ao negócio e, em seguida ordená-las em níveis de aplicação ou utilização. A partir deste momento, tem-se um documento que precisa ser validado como o dicionário taxonomico da organização. Este documento, apresenta a indicação sistemática dos conhecimentos disponiveis na corporação e, a partir deste, pode-se focar a priorização de ações, a fim de promover a gestão do conhecimento.
Todos nós realizamos algum tipo de taxonomia. Por exemplo, a organização de nossas pastas e diretórios de trabalho, onde ao criarmos novas pastas e subpastas, ordenamos o conteudo em assuntos para facilitar nossa localização e priorização. Quanto mais desdobrado em níveis, mais completo o mapeamento taxonômico do conhecimento.
Bom, a partir de agora, não precisa mais se assustar quando ver esta palavra novamente. Ela é tão cotidiana quanto útil à gestão do conhecimento, para saber o que gerir e em qual nível iremos focar as ações.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

O que é Gestão do Conhecimento?

Olá

O Conhecimento:
Segundo o Wikipedia, é o ato ou efeito de abstrair idéia ou noção de alguma coisa, como por exemplo: conhecimento das leis; conhecimento de um fato (obter informação); conhecimento de um documento; saber, instrução ou cabedal científico (homem com grande conhecimento). Podemos conceituar conhecimento da seguinte maneira: conhecimento é aquilo que se admite a partir da captação sensitiva sendo assim acumulável a mente humana. Ou seja, é aquilo que o homem absorve de alguma maneira, através de informações que de alguma forma lhe são apresentadas, para um determinado fim ou não. O conhecimento distingue-se da mera informação porque está associado a uma intencionalidade. Tanto o conhecimento como a informação consistem de declarações verdadeiras, mas o conhecimento pode ser considerado informação com um propósito ou uma utilidade.
Desta forma, se o conhecimento é a informação com "uso", este passa a demostrar valor para as organizações, já que possuir ou não determinado conhecimento sobre método ou técnica específica do negócio, passa a ser fundamental para a competitividade, ou seja, para estar no mercado em que está, a organização precisa dominar certos "conhecimentos" sobre o este e saber tirar disso, suas vantagens competitivas.
Tendo como pano de fundo este cenário, faz-se necessário uma disciplina que oriente modelos de gestão, onde seja possível extrair estas vantagens competitivas e posicionar a corporação em seu meio de negócios. Mas será que é possível realizar gestão de todo conhecimento na organização?

Muito se tem falado a respeito. Alguns autores defendem que não existe gestão do conhecimento, já que este é algo intangível e de difícil controle por estar, em muito, na cabeça das pessoas.
Mas, ao nos referirmos ao valor gerado pelo conhecimento depositado nas organizações é preciso ter um método, um mecanismo que auxilie os gestores a encontrarem os diferenciais competitivos corretos. Assim, gestão do conhecimento passa a ser um conjunto de práticas e metodologias capazes de orientar os gestores a extrair o máximo de valor ao acionista, dos conhecimentos existentes na organização.
Considerando que, todo o conhecimento existente na organização, não pode ser gerido em sua totalidade, para se realizar a efetiva gestão do conhecimento é preciso saber priorizar, este é o verbo.
Definir quais as alavancas estratégicas suportam o negócio para o presente e para o futuro? Quais os elementos de conhecimento devem estar presentes nestas alavancas e que merecem ter um tratamento deferenciado?
A partir da respostas a perguntas como estas, podemos iniciar projetos e programas de gestão de conhecimento, focados em gerar valor ao acionista e obter resultados focados em vantagem competitiva.
Assim, fazer gestão do conhecimento é uma ação de management fundamental aos negócios de toda e qualquer corporação, não importa o porte, ramo de atividade, segmento, etc. Basta saber o que faz e o que quer fazer no futuro...

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Compartilhar conhecimento: um exemplo de vida

Hi there!


Hoje tenho o prazer de relatar um pouco do que aprendi com uma pessoa fantástica. Tive a grata oportunidade de conhecer o Maestro João Carlos Martins, um brasileiro!

Em uma rica e muito bem humorada palestra, o Maestro compartilhou com uma platéia de executivos algumas lições de vida, como:


"É preciso ter a alma de um poeta e a disciplina de um atleta"

Estar em harmonia consigo mesmo é fundamental para que conhecimento fluir livremente. Liberdade tem a ver com autoconhecimento, com vida no doar ao outro o melhor que você possui. Ensinar seus passos, incentivar a felicidade, buscar o sorriso.

Percebi que compartilhar o conhecimento é parte integrante da vida. Somente aqueles de grande alma, conseguem vislumbrar o valor. E isto vê-se facilmente na face deste carinhoso Maestro. 

Contou-nos sobre sua história, citou algumas pedras que encontrou pelo caminho, fatos até que poderiam destruir completamente sua carreira. Mas, buscando a sabedoria nas adversidades, conseguiu ver o outro lado, e hoje, ensina a jovens carentes sua nobre arte. Já destaca inclusive talentos brilhantes para o mundo. Jovens que nunca imaginavam segurar um instrumento musical hoje compõem orquestra, fazem bonito pelo planeta, e representam nosso país de forma bela e com o carisma que aprendem com seu mestre.

João Carlos Martins, mostrou que compartilhar o conhecimento enobrece, enriquece e enche a casa de luz, pois focando em melhorar o outro, pode-se aumentar o brilho do saber mutuo. 

Para que o conhecimento novo exista, ele precisa ser apresentado à criatividade, desta forma, a "alma do poeta" deve reger a orquestra. Deixe sua alma, sua luz te guiar, libere seus pensamentos, sem críticas, bloqueios ou limites. A alma do poeta te deixa sorrir, tentar e, por que não, errar. O poeta sabe que ao tentar, abre os caminhos da alma. A disciplina do atleta, representa a gana da fé em conquistar, conhecer, desvendar... vibra com o sucesso, rompe as fronteiras, alça voos harmoniosos e melhora os patamares atuais.

Alma de poeta e disciplina de atleta. É o que te desejo.

Abraços.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Gestão do Conhecimento e a Cultura Organizacional

Olá!

Segundo o Wikipedia, Cultura pode ser definida como, "práticas e ações sociais que seguem um padrão determinado no espaço. Refere-se a crenças, comportamentos, valores, instituições, regras morais que permeiam e identificam uma sociedade. Explica e dá sentido à cosmologia social; É a identidade própria de um grupo humano em um território e num determinado período.".

Tendo este conceito como pano de fundo, proponho uma reflexão acerca dele e da Gestão do Conhecimento. Sabemos que o conhecimento, ativo intangível que permeia as relações, é compartilhado entre os membros de um grupo. Sendo assim, podemos afimar que, o modelo de cultura, fundamentado neste grupo é o grande orientador dos métodos e práticas para que o conhecimento seja compartilhado. Definindo, o que, como, quando, porque e com qual frequencia isto ocorre.
Assim, a todos nós é imperativo conhecer profundamente conceitos e pesquisas entorno da Cultura Organizacional. O gestor do conhecimento na organização precisa levar em conta, os aspectos culturais envolvidos naquela empresa, a fim de contornar de forma mais harmoniosa, os caminhos e fluxos do conhecimento organizacional.
Corporações onde a cultura é muito fragmentada, ou seja, não se conhece profundamente os objetivos globais e nem tampouco, as metas individuais estão bem definidas, compartilhar conhecimento pode ser algo sem valor aos componentes do grupo, pois os beneficios não se mostram claros a todos.
Já grupos com alto senso corporativo e com boa energia social, aqui definida como capacidade de importar-se com os objetivos dos outros, tendem a ter melhor aceitação em modelos colaborativos e de compartilhamento pleno de saberes.
Assim, estudos mostram que cercar-se dos impactos sobre a cultura, antes de iniciar qualquer projeto de Gestão do Conhecimento é relevante ao gestor e fundamental ao sucesso da implantação do projeto.

Abraços

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Compartilhar

Olá!

Acredito que compartilhar é ato de humildade.
Creio que aqueles que se entregam à arte de compartilhar o que sabem, possuem valiosas características pessoais. É como se fossem jóias preciosas dentro de uma equipe. Pessoas que se interessam em debater, ensinar, aprender, descobrir, combinar, socializar o conhecimento, com certeza, tem uma visibilidade diferenciada nas organizações.
Sistemas de apuração de análises de redes sociais organizacionais, estão a cada dia tomando mais força e importância nas organizações, por que? Porque o conhecimento flui e neste caso, saber quem detém o conhecimento através da facilidade que este possui em compartilhar, é uma das chaves de uma eficaz "gestão do conhecimento". O gerente do conhecimento deve estar atento a isso. Descobrir quais são as pessoas que são reconhecidas por uma maioria de colaboradores, como referência em determinados assuntos e, que esta pessoa, tem a humildade de compartilhar.
Quando abordamos alguns especialistas, perguntando: "Você sabe tanto sobre este assunto... você compartilharia um pouco disto conosco?" Percebemos que, nem sempre a atitude é presente nestes especialistas. Infelizmente, muitos ainda vivem no mundo do passado, em que conhecimento é poder. Lembrem-se, que já estamos em outra era. O tempo em que segurar para sí uma informação como forma de autopromoção, já se foi!
Compartilhe!
Descubra como é bom contribuir para o crescimento de outras pessoas. Veja o que o teu conhecimento pode fazer pelo outro. Lembre-se: o conhecimento só é teu, quando você passa!
Quanto mais você ensina, mais recebe em troca!
A prosperidade das pessoas ao teu redor é o teu termômetro. A tua rede de conhecimentos compartilhados te proverá! Acredite!
Compartilhe!

Abraços.